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03 Junho 2012

NA VEJA 1 - Silas Malafaia: “O Brasil não é homofóbico; homofobia é uma doença”

Leia trecho da entrevista que o pastor Silas Malafaia concede a Pedro Dias Leite, nas “Páginas Amarelas” da VEJA desta semana. A íntegra está na edição impressa da revista.
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Com trinta anos de programas de televisão e vice-presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), entidade que congrega cerca de 8 500 pastores de quase todas as denominações evangélicas, o pastor Silas Mala-faia, 53 anos, é um dos mais respeitados televangelistas brasileiros. Sua pregação condena o aborto, o uso de drogas e o que enxerga como aumento dos privilégios dos homossexuais. Malafaia ensina que Deus ajuda as pessoas a progredir, mas desde que elas façam sua parte: “Quem ganha 1.000 reais não pode querer gastar 1.100. Não adianta depois esperar que Deus tire o nome do sujeito do cadastro de maus pagadores”.
(…)
A que o senhor atribui o crescimento do número de evangélicos no Brasil?
O Evangelho não é algo litúrgico, para ser dissecado em um culto de duas horas. A grandeza do Evangelho está no fato de ser algo que pode ser praticado. A Bíblia é o melhor manual de comportamento humano do mundo. As igrejas evangélicas têm pregado uma mensagem de grande utilidade para a vida das pessoas também depois do culto. Esse é o grande segredo. De que adianta eu fazer o meu fiel ficar duas horas dentro de um templo se, quando aquilo acaba, nada muda nas relações dele com a família, com o trabalho e na vida social? Nós pregamos uma mensagem que condiciona a prática da pessoa no seu dia a dia. Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e vida em abundância”. Ele fala da vida terrena nessa passagem.
(…)

A ênfase dos pastores em arrecadar dinheiro dos fiéis não é muito suspeita?
Existe um preconceito miserável em relação aos evangélicos, que costumam ser descritos como bandos de idiotas, tapados, semianalfabetos, manipulados por espertalhões dedicados a arrancar tudo o que querem deles. Engana-se quem os enxerga assim. Manipulação e exploração existem em todo lugar. Tem muito bandido por aí. Mas esses malandros não conseguem segurar o povo. A distância que me separa de um Edir Macedo, por exemplo, vai do Brasil à China, mas é um erro achar que todo mundo que dá dinheiro à igreja dele, a Universal, é imbecil ou idiota. Claro que não é. A pessoa doa porque se sente abençoada, porque se libertou da bebida, vício que consumia todas as economias dela e que a deixava sem condições até de pagar a conta de luz. Ninguém é obrigado a ofertar. Mas, se quer ser membro, se quer pertencer ao grupo, tem de ajudar. Estou construindo uma igreja linda, com ar-condicionado central, ao custo de 4 milhões de reais. Ela será paga com ofertas dos fiéis, pois, obviamente, não vai descer um anjo do céu e dizer “Malafaia, está aqui um cheque de Jeová, preencha e deposite”. Quem critica os pastores deveria mesmo é agradecer às igrejas evangélicas. Desafio qualquer um a me apresentar uma entidade que recupere mais pessoas do que as igrejas evangélicas.
(…)

Tem muita gente pragmática que já chega à igreja acreditando que vai aprender como subir na vida?
Tem, mas, se o objetivo fosse apenas subir na vida, não teria rico na igreja. Na minha tem gente pobre, mas também tem desembargadores, membros do Ministério Público, doutores, empresários. Mas dinheiro não é tudo. Se fosse, rico não daria tiro na cabeça, não tomaria remédio de tarja preta. Mesmo que muita gente pense que não deu certo na vida porque Deus não quis, a lógica de buscar amparo em uma igreja não é essa. A pessoa que transfere suas incompetências para Deus está equivocada. Quando um fiel me procura e pede “pastor, ore por mim porque o diabo está roubando as minhas finanças”, eu mando parar com conversa fiada. Se uma pessoa sempre gasta mais do que ganha, a culpa é dela mesma. Não pensem que Deus vai ficar cuidando das pessoas como se elas fossem bebês.
(…)

A sua atuação contra o projeto que criminaliza a homofobia em debate no Congresso foi contundente. Mas influir em leis é papel de um religioso?
Se não fosse assim, a casa tinha caído. Essa lei é a lei do privilégio. O Brasil não é homofóbico. Eu separo muito bem os homossexuais dos ativistas gays. Esses últimos querem que o Brasil seja homofóbico para mamar verba de governo, de estatais, é o joguinho deles. Homofobia é uma doença. Ódio aos homossexuais, querer matá-los ou agredi-los é uma doença. Agora, opinião não é homofobia.  (…). A lei que estão propondo é uma lei da mordaça. Se não aprendermos a respeitar a liberdade de expressão, será melhor mandar fechar a conta para balanço.
(…)

Qual a sua posição sobre o projeto que propõe a descriminação do uso de drogas e que deve chegar ao Congresso ainda neste mês?
Espero que o Senado e a Câmara joguem no lixo essa porcaria. Perderam o juízo. Não existe lógica em liberar o consumo de drogas e penalizar o traficante. Então eu estou desconfiado de que vai vir um marciano vender drogas aqui, um intergaláctico. Olhe a hipocrisia!
(…)

Por Reinaldo Azevedo

Tags: descriminação das drogas, evangélicos, Lei da Homofobia, Silas Malafaia

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/na-veja-1-silas-malafaia-o-brasil-nao-e-homofobico-homofobia-e-uma-doenca/

31 Maio 2012

‘Poder Global e Religião Universal’, de Mons. Sanahuja

Escrito por Ronald Robson | 27 Maio 2012
Artigos - Globalismo

As engrenagens de um engodo espiritual.

Poder-global-e-Religiao-UniversalA rigor, Poder Global e Religião Universal (Ecclesiae, 2012), do Monsenhor Juan Claudio Sanahuja, não traz informações novas nem secretas, mas traz informações fundamentais expostas de forma ordenada, o que lhes dá uma inteligibilidade que geralmente lhes falta, ainda as reputando a personagens e iniciativas bastante concretas – com o que dá nome aos bois. O leitor brasileiro que opina sobre política já não tem desculpas para ignorar ou dar de ombros diante do projeto totalitário de governo mundial que canta como sereia à elite do ocidente: isso, porque tanto A verdadeira história do Clube Bilderberg (Planeta, 2006), do jornalista espanhol Daniel Estulin, como Corporação (Cultrix, 2008), do scholar inglês Nicholas Hagger, estão publicados no Brasil – claro, são só uma ponta do iceberg, mas pelo menos são uma ponta que abre caminho em nosso mercado editorial. Caminho esse, enfim, que é o mesmo do livro de Mons. Sanahuja, que ainda acrescenta uma peculiaridade aos estudos da matéria: o enfoque da “espiritualidade” que há décadas vem sendo forjada e promovida como caixa de ressonância na qual, para o cidadão comum, fará sentido a destruição sistemática de tudo que de mais honrado temos.

Livros como False Dawn, de Lee Penn, interessam-se mais pela “doutrina” (Helena Blavatsky, Alice Bailey, Barbara Hubbard, Teilhard de Chardin etc.), se assim podemos chamá-la, e pelos grandes promotores da religião universal que se quer baixar como decreto. Já ao Mons. Sanahuja interessam os estratagemas com os quais se baixam o decreto: o desenvolvimento de novos “paradigmas éticos” e “paradigmas religiosos” em uma operação multilateral – e cujo controle foge até mesmo aos grandes engenheiros sociais – de imposição de definições sempre mutáveis de “direitos humanos”, “desenvolvimento sustentável” e outras belas palavras que o leitor bem conhece, e cuja fonte irradiadora próxima o autor localiza nas grandes conferências internacionais da década de 1990, inspiradas no Relatório Kissinger (1974). Mas vamos por partes.
Primeiro: em que consiste o projeto de uma nova religião universal? Consiste na tentativa de “dar uma resposta única e universal a todas as questões que possam ser propostas pelos seres humanos, em qualquer situação em que se encontrem e onde quer que estejam. Para tanto, é necessário, como é lógico, colonizar a inteligência e o espírito de todos e de cada um dos habitantes do planeta”, especificamente através de um “credo religioso”, de todo oposto ao cristianismo (“a ética judaico-cristã não poderá ser aplicada no futuro”, afirmou Hiroshi Nakajima, ex-diretor geral da OMS). O leitor mais precavido poderá fazer um muxoxo ao tentar se lembrar de quando viu, se viu, algum João Batista a pregar o novo Messias da ONU. De fato, são raros os sacerdotes de um novo culto paramentados em praça pública a anunciar seu credo. Mas existem muitos burocratas, ongueiros e professores simpáticos a distribuir, como se fez em setembro do ano passado, em Recife, 50 mil exemplares da Carta da Terra (documento oficial da ONU) em forma de cordel a crianças de escolas públicas (http://www.recife.pe.gov.br/2011/09/30/prefeitura_do_recife_lanca_carta_da_terra_em_literatura_de_cordel_179066.php ). É um dos principais documentos da “espiritualidade ecologista” que põe homem e besta no mesmo nível, ao estilo de um panteísmo verde grosseiro à la Mikhail Gorbachev e sua Cruz Verde Internacional, cujos agentes defendem publicamente a substituição dos Dez Mandamentos pelo decálogo da Carta.
É tortuoso o percurso até a elaboração de um documento como esse. Em 1991, aponta Mons. Sanahuja, uma das agendas de trabalho da UNESCO dava conta da elaboração de uma “ética universal de vida sustentável”. De forma muito clara ali era posta a pedra fundamental do discurso ambiental alarmista que hoje conhecemos bem: “É necessário lembrar a verdade indiscutível de que os recursos disponíveis e o espaço da Terra são limitados” (UNESCO, Diez Problemas Prospectivos de Población, Documento de Trabajo, Caracas, Febrero 1991, pp. 6-9).
Vale a pena aqui citar mais extensamente Poder Global e Religião Universal:
“Nestes documentos de trabalho, a nova ética aparece quase como um paradigma messiânico: um ‘chamado a viver uma nova ética que terá que iluminar as interrelações complexas entre os fatores econômicos, o meio-ambiente e a população’. Seus preceitos, afirmam, deverão guiar a tomada de decisões dos governos, já que estas ‘não deverão ser consideradas como medidas sobre assuntos nacionais, mas sobre assuntos de interesse internacional’, pois, por exemplo, o alto crescimento demográfico de um país pobre cria necessariamente um fluxo migratório para países com melhor nível de desenvolvimento, os quais não têm capacidade de acolher novos imigrantes.”
Apontava-se, no mesmo documento, a necessidade de frear o desenvolvimento industrial em países do terceiro mundo (“o progresso industrial dos países desenvolvidos não se estenderá aos Países do Terceiro Mundo”) com vistas a preservar o meio ambiente; mas, de modo incompreensível, chama atenção Mons. Sanahuja, “o documento acrescenta que a única causa de degradação ambiental nesses países é o fator demográfico, e que é intolerável que ‘os pobres, que serão a maioria no futuro, prejudiquem os ecossistemas do mundo para conseguir se desenvolver a qualquer preço’”.
O que ali se plantava depois se colheria nos Princípios para viver de forma sustentável (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA, 1991), em que se lê que “deve-se alcançar o equilíbrio entre a capacidade de carga da Terra, o volume da população e os estilos de vida de cada indivíduo”. Poucos poderiam, à época da apresentação desses princípios, imaginar que a massificação do aborto e do gayzismo seriam meios de salvar o planeta... É que não se pode perder de vista o que Mons. Sanahuja chama de “paradigma da reinterpretação dos direitos humanos”, assentado sobre a idéia de que os direitos humanos são “evolutivos”. Por exemplo, a Convenção Internacional para a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher (CEDAW, 1979) reivindicara programas de “planejamento familiar”. Posteriormente o comitê de monitoramento dessa convenção “interpretaria” tal reivindicação como referência ao estímulo à esterilização, à contracepção e ao aborto, sem que nada disso constasse no texto original. Mais absurdo é o caso do comitê de monitoramento do Tratado Internacional contra a Tortura, que, por uma hermenêutica jurídica feérica, interpretaria o impedimento ao aborto como um ato de tortura contra a mulher.
Notem que isso não se limita a discussões chiques em salões da ONU: em 2009, o Comitê contra a Tortura efetivamente aplicou tal interpretação ao julgar que a Nicarágua, ao proibir o aborto terapêutico, violava o tratado.
Aliás, muitos desses documentos sequer necessitam ter vigência no direito internacional para que “painéis intergovernamentais” se ponham a trabalhar no que em curto prazo já será matéria universitária respeitável e, em seguida, política de governo. Um exemplo são os “Princípios de Yogyakarta”, que, embora não contem com o aval da “comunidade internacional”, vão pouco e pouco divulgando os “direitos humanos em perspectiva homossexual” através de estudos acadêmicos e cumplicidade de autarquias governamentais. Como se vê, atira-se de todos os lados, mas o alvo é um só: pois a destruição dos modelos correntes de sociabilidade (casamento gay, etc.) e a completa desvalorização da vida humana (aborto, etc.) são aríetes a abrir caminho para um novo projeto civilizacional, cujo esteio popular é o bom-mocismo da devoção ecológica à “Terra como Grande Mãe, Magna Mater, Inana e Pachamama”, como disse Leonardo Boff – sim: o homem é ainda hoje muito influente – na Assembléia Geral das Nações Unidas em 2009.

Os capítulos 5 e 6 de Poder Global e Religião Universal, “A confusão dentro da Igreja” e “Notas para uma conduta cristã”, endereçam-se especialmente ao leitor católico, delineando estratégias de oposição ao presente estado de coisas. Curiosíssima é a resenha apresentada, no capítulo quinto, de um livro pouco conhecido, o romance Os três diálogos e o relato do Anticristo, escrito em 1900, do filósofo russo Vladimir Soloviev. Trata-se de uma distopia em que o diabo, no fim dos tempos, apresenta-se como “pacifista”, “ecologista” e “ecumenista”... O leitor há de julgar o que vai ou não de profético aí.
O livro do Mons. Sanahuja se encerra com dois apêndices: o artigo “Obama e Blair. O messianismo reinterpretado”, do filósofo belga Michel Schooyans (que inclusive viveu no Brasil), tratando do governo Obama no que diz respeito, por exemplo, a políticas abortistas; e a conferência “A Terra e seu Caráter Sagrado”, que a irmã canadense Donna Geernaert apresentou no Plenário da União Internacional de Superioras Gerais (UISG, Roma, 2007), e a qual ilustra bem o modo como pessoas de dentro da Igreja pervertem a verdade de Cristo e a põem a serviço da adoração da “Mãe Terra” do novo culto sem altar.

Ronald Robson
é jornalista e ensaísta

Adquira a obra na livraria do Seminário de Filosofia de Olavo de Carvalho. Alunos do Seminário têm direito a descontos.

http://livraria.seminariodefilosofia.org/

http://www.ecclesiae.com.br/

17 Maio 2012

Palavras…

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J E S U S D I S S E
- http://www.hermeneutica.com -
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Quinta-feira, 17 de Maio, 2012
VERSÍCULO:
“Vocês ouviram o que foi dito aos seus antepassados: ‘Não matarás’, e ‘quem matar estará sujeito a julgamento’. Mas eu lhes
digo que qualquer que se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento. Também, qualquer que disser a seu irmão: ‘Racá’, será levado ao tribunal. E qualquer que disser: ‘Louco!’, corre o risco de ir para o fogo do inferno.”
-- Mateus 5:21-22

PENSAMENTO:
Idiota. Estúpido. Burro. Alguém já lhe chamou assim? Você ainda
se lembra? Muitos nunca esquecem. Pode ter sido há anos ou décadas, mas a marca permanece. Dependendo de quem falou e qual a circunstância, basta uma palavra num determinado momento e a vítima pode carregar o peso pelo resto da vida. Aquele peso somado a outros jogados nas costas podem um dia levar uma alma ao fim. O que Jesus está condenando aqui não é tanto as palavras em si, mas a disposição de agredir uma outra pessoa e deixar marcas nela pelo resto da vida. Seu filho, seu irmão, seu vizinho foi criado na imagem de quem? Quando você o despreza, quando você a humilha, você está também desprezando e humilhando Quem? Palavras se tornam nomes e descrições. Com o passar do tempo as pessoas começam a acreditar que são assim mesmo. E a palavra que diz que somos filhos de Deus e feitos na imagem dEle – se torna mentira. É isso que queremos dizer para outros filhos de Deus? Vamos guardar nossas línguas. Mais importante ainda, vamos mudar nossas atitudes e começar a olhar cada pessoa, por mais falha que seja, como mais um dos preciosos filhos de Deus. Com a nossa ajuda elas podem começar a descobrir com Quem elas realmente parecem.

ORAÇÃO:
Pai misericordioso, perdoe-me pelas palavras tão cortantes que já falei no passado. Perdoe minha insensatez. Eu quero enxergar, a partir de agora, a presença do Senhor, os traços de meu Pai em cada filho seu, em cada irmão meu. Obrigado pela ajuda de Jesus. Em nome dEle eu oro. Amém.

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e computador http://www.iluminalma.com/img/il_mateus5_21-computador.html

http://www.hermeneutica.com/jd/1/0517.html


JESUS DÍSSE de Hermeneutica.com - "365 dias nas palavras de Jesus"

16 Abril 2012

Um Pequeno Passo À Direita

"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida;
ninguém vem ao Pai, senão por mim" (João 14:6).

Certo homem resolveu fazer uma pergunta ao seu ministro
religioso, julgando que o deixaria sem resposta. Sua
pergunta foi: "Qual o menor caminho para a perfeição?" "Oh,
isto é bastante simples", disse o ministro. Apontando para a
porta de seu gabinete ministerial, ele disse: "Dobre à
direita e mantenha-se em linha reta!"

O grande problema de todos os pecadores é que nunca sabem
para onde vão.Um dia caminham para um lado, outro em direção
oposta, e assim por diante. Andam sem rumo e sem a convicção
do destino certo. São levados por ventos que sopram de todas
as direções e de todas as fontes. Buscam muitos caminhos mas
existe apenas um caminho certo.

Muitos estão emaranhados em uma teia de ódio e
ressentimento, de remorsos e culpas, sem saber que basta
dobrar à direita e caminhar em direção ao amor que todo o
sentimento de rancor deixará de existir.

Muitos estão envolvidos em dúvidas e questionamentos, em
queixas e murmurações, mas, com um simples girar de corpo, à
direita, terão todos os seus problemas resolvidos ao deparar
com a dádiva da fé que o Senhor oferece.

Muitos choram e lamentam a sorte, se angustiam e se
desesperam por falta de perspectivas de vida, mas, a poucos
passos, em um simples dobrar à direita, acharão a tão
almejada e sonhada esperança.

Há aqueles que vivem de semblante fechado, sem um único
sorriso, sem nenhum prazer ou motivação. Crêem que a alegria
foi feita para outros e não para eles. Conformam-se com a
situação e não se movem para a direita, onde há abundância
de felicidade.

Dar esse passo é fácil? Não! As circunstâncias parecem
obstruir esse pequeno ato de esticar a perna em busca de tão
grande bênção. E o que devemos fazer? Pedir ajuda ao Senhor.
Pedir-lhe que segure nossas mãos e nos guie nesse primeiro
passo. Jesus é perito em amor, fé, esperança e felicidade.

Ele nos mostrará o caminho... Ele é o Caminho!

Paulo Roberto Barbosa.
Um cego na Internet!

11 Abril 2012

Pode continuar pedindo a Deus


Nada tendes, porque não pedis. Tiago 4:2

Silas e Sueli foram ao rinque de patinação com dois amiguinhos. Mas o lugar estava fechado. O homem que varria a entrada disse: — Só estará aberto amanhã.
Os amigos voltaram para casa. Mas Silas e Sueli ficaram por ali mais algum tempo.
— Quem sabe, o senhor nos deixa patinar só um pouquinho, Sueli pediu ao homem. Nós procuramos não atrapalhar o serviço do senhor, se nos deixar entrar.
— Está bem, disse o homem. Foi assim que Silas e Sueli entraram. E os amigos não patinaram porque não pediram.
Deus quer que nós Lhe peçamos o que queremos. Mesmo que seja alguma coisa que achemos impossível ganhar, Deus quer que a peçamos. Ele diz assim: "Nada tendes, porque não pedis." Em outro lugar, Jesus diz: "Pede, e Deus o dará;" isto é, se for bom para você, é claro.
Deus até quer que nós continuemos a pedir se nossas orações não forem logo respondidas. Não é direito amolar pessoas com nossa insistência. Não é certo chorar e exigir para ganhar uma coisa quando nossos pais já disseram que não. Mas Deus deseja que continuemos a pedir o que queremos ou precisamos ter.
Certa vez Jesus contou a história de um homem que recebeu uma visita à noite quando estava bem tarde. A visita tinha fome, e ele não tinha pão para dar-lhe. Então o homem foi à casa do vizinho para pedir pão emprestado, e bateu na porta.
Primeiro o amigo olhou de uma janela lá de cima e disse: — Não me incomode. Eu e meus filhos já estamos deitados.
Mas como o homem insistisse em pedir, o amigo levantou-se e deu o que ele queria.
Quando Jesus acabou de contar esta história, Ele disse: "Do mesmo modo pedi a Deus o que quereis."

Leitura bíblica: Lucas 11:5-lO,
Vamos orar: Bondoso Pai celestial, alegra-nos saber que Tu queres que Te peçamos qualquer coisa que desejamos ter. Ensina-nos a orar muito mais, e ajuda-nos a lembrar Tua promessa de nos dares o que nos faz bem se o pedimos. Em nome de Jesus oramos. Amém.

Horinhas com Deus. Vol 2